🚨 Ponte da Amizade tem fila quilométrica no Sábado de Aleluia e trava acesso ao Paraguai

Ponte da Amizade registra fila quilométrica no Sábado de Aleluia e causa congestionamento na BR-277 e vias de Foz do Iguaçu.

🚨 Ponte da Amizade tem fila quilométrica no Sábado de Aleluia e trava acesso ao Paraguai

Foz do Iguaçu registra congestionamento intenso na BR-277 e principais vias de acesso à fronteira

Publicado em 04/04/2026

O acesso ao Paraguai pela Ponte da Amizade registrou filas quilométricas na manhã deste sábado (4), feriado de Sábado de Aleluia. O congestionamento afetou diretamente a mobilidade em Foz do Iguaçu, com reflexos na BR-277 e nas principais avenidas da cidade.

No momento de maior fluxo, a fila de veículos ultrapassou o cruzamento com a Avenida Paraná, a cerca de três quilômetros da cabeceira da ponte, evidenciando o alto volume de veículos em direção ao Paraguai.

Feriado e comércio impulsionam movimento

O cenário já era esperado devido ao feriadão prolongado de Semana Santa e Páscoa, que elevou a ocupação hoteleira na tríplice fronteira — incluindo Ciudad del Este e Puerto Iguazú.

Outro fator determinante foi o fechamento do comércio paraguaio na Sexta-Feira Santa. Com isso, turistas e compradores concentraram as compras no sábado, tradicionalmente um dos dias mais movimentados do ano no comércio de Ciudad del Este.

Trânsito travado em vários pontos da cidade

Além da BR-277, o fluxo intenso impactou vias estratégicas como:

Avenida JK
Avenida Tancredo Neves
Viaduto de acesso à ponte

As passarelas da ponte também registraram grande movimentação de pedestres atravessando para o Paraguai.

Atenção para o retorno

A expectativa é de que o fluxo intenso se repita no período da tarde e noite, desta vez no sentido Brasil, com o retorno de turistas e compradores.

A recomendação para quem pretende atravessar a fronteira é planejamento e paciência, especialmente em horários de pico.

Contexto GV

A movimentação reforça um padrão já conhecido na fronteira: datas comerciais e feriados prolongados continuam pressionando a capacidade viária da região, especialmente na ligação entre Brasil e Paraguai.

Fonte: H2Foz

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