Paciente cadeirante faz apelo nas redes sociais e recebe resposta do secretário de Saúde de Foz do Iguaçu
Uma publicação feita nesta terça-feira, 19 de maio, mobilizou moradores de Foz do Iguaçu


Uma publicação feita nesta terça-feira, 19 de maio, mobilizou moradores de Foz do Iguaçu após a paciente cadeirante Suelen Andrade relatou dificuldades enquanto aguardava atendimento em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade.
Na mensagem compartilhada nas redes sociais, a mulher afirmou estar enfrentando problemas de saúde e pediu ajuda da população para chamar a atenção das autoridades municipais.
“Pessoal, preciso muito da ajuda de vocês! Estou na UPA aqui em Foz do Iguaçu e, como muitos sabem, sou cadeirante. Estou enfrentando um problema de saúde. Quero pedir que vocês me ajudem fazendo um mutirão de comentários no perfil do prefeito e do Fábio (Secretário de Saúde), cobrando atenção para o meu caso.”
A publicação rapidamente repercutiu entre internautas, gerando manifestações de apoio e discussões sobre o atendimento nas unidades públicas de saúde, especialmente em relação ao acolhimento de pessoas com deficiência e pacientes em situação de vulnerabilidade.
Após a repercussão do caso, a paciente recebeu resposta do secretário municipal de Saúde de Foz do Iguaçu, Fábio de Mello, que informou que ela já estava sendo acompanhada pela equipe médica da unidade.
Segundo a nota divulgada pelo secretário de Saúde:
“A paciente já está sendo acompanhada pela equipe médica da UPA, medicada com o antibiótico necessário e assistida conforme avaliação clínica. Neste momento, encontra-se estável e sob monitoramento, aguardando definição da conduta médica e eventual necessidade de transferência hospitalar, conforme critérios técnicos.”
O secretário ainda destacou que o caso segue sendo acompanhado “com toda atenção necessária”, ressaltando que os procedimentos adotados obedecem critérios médicos e técnicos.
A resposta da Secretaria de Saúde repercutiu entre moradores e usuários das redes sociais. Parte dos internautas elogiou a rapidez do posicionamento e da assistência prestada à paciente. Outros aproveitaram o episódio para cobrar melhorias estruturais na saúde pública municipal, mais acessibilidade e maior agilidade nos atendimentos considerados delicados.
O caso também reacende discussões sobre a alta demanda nas UPAs de Foz do Iguaçu e a importância da humanização no atendimento de pacientes em situação de vulnerabilidade.
Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre o diagnóstico da paciente nem sobre eventual transferência hospitalar.
MARCIO QUEIROZ VÍTOR – Jornalista há 21 anos; Gestor em Marketing e Eventos há 26 anos; MBA em Comunicação e Marketing; Coordenador comercial do Guarda Volume; PhD sobre Foz do Iguaçu.