Morre Oscar Schmidt, ícone do basquete brasileiro, aos 68 anos
Oscar Schmidt, maior nome do basquete brasileiro, morre aos 68 anos e deixa legado histórico no esporte mundial.

O basquete brasileiro perdeu nesta semana um de seus maiores nomes. Morreu aos 68 anos o ex-jogador Oscar Schmidt, considerado um dos maiores atletas da história do esporte no país.
Conhecido como “Mão Santa”, Oscar construiu uma carreira marcada por recordes, longevidade e protagonismo dentro das quadras. Ele é reconhecido mundialmente como um dos maiores pontuadores da história do basquete, com mais de 49 mil pontos ao longo da carreira — marca que o colocou entre os principais nomes do esporte em nível global.
O ex-atleta teve passagens por clubes no Brasil, na Europa e também na seleção brasileira, onde se tornou símbolo de uma geração. Sua atuação mais emblemática foi nos Jogos Olímpicos de 1988, em Seul, quando liderou o Brasil em uma histórica vitória contra os Estados Unidos, marcando 55 pontos na partida.
Apesar do destaque internacional, Oscar tomou uma decisão que marcou sua trajetória: recusou convites para jogar na NBA para seguir defendendo a seleção brasileira em competições oficiais — uma escolha que reforçou sua imagem de compromisso com o país.
Nos últimos anos, o ex-jogador enfrentava problemas de saúde, incluindo um câncer no cérebro diagnosticado em 2011. Desde então, passou por tratamentos e cirurgias, mantendo-se ativo em eventos e participações públicas sempre que possível.
A morte de Oscar Schmidt gera grande comoção no meio esportivo e entre fãs. Diversas personalidades, clubes e entidades esportivas prestaram homenagens ao atleta, destacando sua importância para o desenvolvimento e popularização do basquete no Brasil.
Oscar deixa um legado que atravessa gerações e consolidou seu nome como uma das maiores referências do esporte brasileiro.