Hospital Municipal de Foz realiza primeira doação de coração de 2026
Hospital Municipal Padre Germano Lauck realiza a primeira captação de coração batendo de 2026, reforçando a importância da doação de órgãos no Paraná.

Operação marca início promissor para a doação de órgãos no ano e reforça protagonismo regional
Na manhã desta quarta-feira, o Hospital Municipal Padre Germano Lauck (HMPGL) realizou a primeira captação de coração batendo de 2026, consolidando a quarta captação de órgãos apenas no mês de janeiro. A operação reforça a importância da doação de órgãos e posiciona o hospital como referência na região Oeste do Paraná.
A doadora, identificada pelas iniciais J.M.S., de 24 anos, foi vítima de um acidente de motocicleta que resultou em traumatismo cranioencefálico e posterior morte encefálica. Em um gesto de solidariedade, a família autorizou a doação de múltiplos órgãos, possibilitando que diferentes equipes especializadas atuassem na captação.
A equipe da UOPECAN realizou a captação de todos os órgãos, com exceção do coração e dos pulmões, sob coordenação do cirurgião Matheus Takahashi, da cirurgiã Bruna Latrônico e do enfermeiro Antoninho Pereira.
Para a captação do coração, foi mobilizada uma equipe altamente especializada, composta pelo cirurgião cardiovascular Ronaldo Honorato Barros dos Santos, pelo médico do Núcleo de Transplantes do Incor, Lucas Nunes de Menezes, pela médica residente Giovanna Victoria Neres da Silva e pelo biomédico Carlos Imberg.
Atualmente, o HMPGL ocupa a segunda posição em captação de órgãos na região Oeste do Paraná, reafirmando seu compromisso com a conscientização e o incentivo à doação. O Estado do Paraná mantém destaque nacional, com índice de doações 94% superior à média brasileira, reflexo direto da integração entre equipes, estrutura hospitalar e apoio das famílias.
O diretor-geral do hospital, Áureo Ferreira, destacou a relevância do procedimento:
“Esta captação representa não apenas um avanço técnico, mas também um testemunho do espírito colaborativo e solidário que permeia nosso hospital. Continuaremos a trabalhar incansavelmente para salvar vidas.”
Já Marta Pereira, responsável pela CIHDOTT do HMPGL, reforçou o impacto humano da doação:
“A doação de órgãos é um ato de amor e esperança. Cada captação é uma vitória, pois sabemos que estamos oferecendo uma nova chance de vida para quem aguarda por um transplante.”
A primeira captação de coração batendo de 2026 simboliza não apenas um marco técnico, mas também um início de ano marcado por solidariedade, compromisso público e esperança para dezenas de pacientes que aguardam na fila por um transplante.