🎬 Foz do Iguaçu vira cenário de série nacional e reforça vocação para grandes produções
Foz do Iguaçu recebe gravações da série DNA do Crime, da Netflix, reforçando o potencial da cidade como polo audiovisual e movimentando turismo e economia local.

Foz do Iguaçu volta aos holofotes do audiovisual nacional. A cidade está sendo palco de gravações da série DNA do Crime, produção que conquistou projeção internacional ao retratar investigações policiais inspiradas em crimes reais na região da Tríplice Fronteira.
As gravações movimentam diferentes pontos estratégicos do município, reforçando o potencial de Foz como cenário cinematográfico. A combinação entre fronteira internacional, paisagens naturais e infraestrutura urbana transforma a cidade em um verdadeiro set a céu aberto.
🎥 Produção nacional com impacto internacional
Produzida pela Netflix, a série ganhou destaque ao explorar a atuação de forças de segurança na fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina. A nova fase das gravações amplia ainda mais a visibilidade da cidade, colocando Foz no circuito das grandes produções.
Além da repercussão cultural, o impacto econômico também é relevante. Equipes técnicas, elenco, produção e logística movimentam hotéis, restaurantes, transporte e serviços locais, gerando emprego e renda durante o período das filmagens.
🌎 Turismo, economia e posicionamento estratégico
Foz do Iguaçu já é referência internacional por abrigar as Cataratas do Iguaçu, uma das Sete Maravilhas Naturais do Mundo. Agora, reforça também sua posição como polo estratégico para produções audiovisuais.
A presença de uma série com alcance global projeta a imagem da cidade para milhões de espectadores, fortalecendo o turismo e consolidando Foz como destino não apenas natural, mas também cultural e cinematográfico.
📍 Foz no mapa do cinema
Com logística privilegiada, paisagens icônicas e identidade própria, Foz do Iguaçu mostra que vai além das fronteiras geográficas. A cidade passa a ocupar espaço também no imaginário audiovisual brasileiro — e mundial.
A pergunta que fica é: estamos diante de um novo ciclo para a indústria criativa na região?